É direito do consumidor, ao obter qualquer produto ou serviço, poder usá-lo da melhor forma possível, obter seu desempenho máximo e decidir (no caso dos não perecíveis) quando descartar. Mas vivemos em uma época em que tudo é descartável e com um prazo de vida útil muito limitado. É muito fácil dizer que é culpa da indústria ou da publicidade.


Parece que vou enlouquecer

https://www.mdsaude.com/otorrinolaringologia/tontura-vertigem/

Toda vez que eu penso que a escrita salva o meu dia, o dia vem com suas nuances ordinárias e me diz: “nada de salvamento hoje”. E por escrita eu entendo o ato mesmo de escrever crônicas, romances, poesia e tudo o mais que englobe colocar no papel (hoje computador rsrs) suas ideias, pensamentos em forma de palavras que se tornem literatura (o que quer que seja isso aí rsrsrs).

Diversas vezes eu me deparei um vazio interminável que quase me enlouquecia quando eu tentava escrever melhor e melhor. Mas o que é escrever melhor? O…


Como fazer uma festa lendária?

Lembro daquele velho banco feito de tábuas. Da garagem em que não havia carros. E me recordo da comprida mesa de madeira que, todo domingo, acomodava deliciosamente um bolo que mudava de sabor a cada jogo. Lembro ainda dos risos e dos prantos que somente os amigos mais próximos, seja pela necessidade de alguma fuga dessa realidade por vezes cruel, ou, o que mais importava para aqueles adolescentes na época dourada da sua vida: a pura diversão!

Não era em cima da bicicleta ou correndo em meio a alguma confusão, como preconizam e ensinam os…


Você já passou por essa situação? Como podemos nos ajudar?

Érico Veríssimo disse que somente após lançar e ter sucesso de vendas quando do lançamento do livro “Olhai os lírios do campo”, é que ele pode fazer da literatura um ofício enquanto escritor. Em outras palavras: se manter financeiramente enquanto autor.

Eu mesmo lancei um livro (Milênios de Solidão)e, até o presente momento, a não ser o reconhecimento por algumas pessoas próximas e a própria satisfação pessoal, não tive nenhum retorno financeiro. Eu devo parar? Qual o motivo de eu continuar escrevendo? Aliás, qual o motivo de eu escrever?


Eu sempre gostei muito de comprar. E nem precisa ser algo caro, adoro fazer compras na loja do R$1,99, por exemplo, milhares de bugigangas sem utilidades mas superfofas. Isso porque comprar me dá prazer só pelo ato em si.


A CRÍTICA DO CONCEITO DE IDENTIDADE EM BUTLER COMO SIGNIFICADO DA TRANSVALORAÇÃO DA LINGUAGEM EM NIETZSCHE

Como relacionar de forma crítica as relações entre linguagem e identidade nos romances brasileiros sob a ótica dos conceitos de transvaloração dos valores em Nietzsche e de sexo e gênero em Judith Butler tendo por base a pergunta: é possível afirmar que aqueer theory representa, e em que medida, a transvaloração dos valores proposta por Nietzsche no panorama dos romances brasileiros?


Guilhaume Musso

https://www.imperiossagrados.com.br

Nathan Falwes, após publicar três romances que se tornaram sucesso de crítica e público, anuncia que não irá mais se dedicar ao ofício de escritor. Se passariam quase 20 anos desde que Nathan se retirou da vida pública e se isolou em Beaumont, uma ilha no Mar Mediterrâneo, quando em 2018 um misterioso crime sacode a tranquila ilha em que mora o escritor “aposentado”.


Erico Verissimo

Uma obra magistral, assim como seu autor: Erico Verissimo!

https://booksterpp.com.br/2018/05/olhai-os-lirios-do-campo-erico-verissimo/

Palavras me faltam para expressar o que foi ler “Olhai os lírios do campo” aos meus 36 anos de vida. Nasci no Rio Grande do Sul na época em que a ditadura estava deixando o poder, ao menos em tese. No Ensino Fundamental eu tive excelentes professores, contudo, do Collor ao Fernando Henrique Cardoso a escola não havia se voltado para as Humanidades. Resultado: eu tinha somente língua portuguesa e não literatura. Essa última que, junto com Filosofia e Sociologia, eu teria enquanto disciplina escolar somente no último ano…


De Jorge Amado

O que falar de uma obra que é imortal? “Capitães da areia” de Jorge Amado é um retrato fiel de uma realidade que ainda assola as cidades do país com milhares de crianças que são empurradas para as margens das cidades e usam do roubo para sobreviver.


Joyce Carol Oates

Que vida desgraçada! Sim, é o que eu senti em todas as páginas do livro “Minha vida de rata” de Joyce Carol Oates. E falando da autora: que escrita fenomenal! Em alguns momentos, de tanta intensidade da narrativa, tive que largar o livro e espairecer. Forte e denso! A vida de Violet, se assim podemos chamar, é capaz de revirar nosso estômago e fazer se esvair nossa alma.

Impérios Sagrados

A Impérios Sagrados é uma Startup Literária que adapta os romances desta marca para RPG, Card Game, Eventos, portanto, uma empresa de cultura e intermídias.

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